Conheça 10 fatos sobre o Castelo de Windsor que você provavelmente não sabia

Que o Castelo de Windsor é um dos marcos mais icônicos de Londres você já sabe, mas o que mais você realmente sabe a respeito deste castelo real amado pelo rei Charles III e pela falecida rainha Elizabeth II?

Publicado em: 9 de outubro de 2024
Castelo de Windsor

Leia, a seguir, 10 fatos a respeito do Castelo de Windsor, incluindo:

  • Os dois homens responsáveis por manter o castelo pontual e aquecido
  • Quantos visitantes passam por lá todos os anos
  • E como o seu nome mudou a monarquia britânica ao longo dos anos

 

1. É o palácio ocupado há mais tempo na Europa

 

O edifício original foi construído no século XI, após a invasão normanda da Inglaterra. A construção começou sob o comando de Guilherme, o Conquistador, que construiu o castelo como uma fortaleza, mas ele tem sido usado como residência real desde o reinado de Henrique I.

Henrique VIII a utilizou como uma gigantesca cúpula de prazer, praticando tiro, dança, luta livre e jogando tênis em seu terreno. Era o retiro de fim de semana favorito da falecida Rainha Elizabeth II, que morava no Castelo de Windsor. Cerca de 40 outros monarcas reinantes viveram aqui ao longo da história.

Está localizado a uma distância razoável do Palácio de Buckingham, cerca de 35km.

 

2. Pegou fogo em 1992

 

O Castelo de Windsor sofreu vários incêndios graves ao longo de seus mil anos de história. Mas o mais recente — e mais prejudicial — ocorreu em novembro de 1992. Uma parte do castelo estava passando por reformas e acredita-se que uma cortina estava muito próxima de um holofote de construção e pegou fogo.

O fogo se espalhou rapidamente e 200 bombeiros chegaram para ajudar a combater as chamas. Felizmente, devido ao trabalho de renovação, muitos cômodos haviam sido esvaziados de suas obras de arte, móveis e outros tesouros históricos. No entanto, durante 15 horas, o fogo queimou grande parte da Upper Ward, destruindo nove salas de estado e danificando gravemente cerca de 100 outras.

O trabalho de restauração custou cerca de 67 milhões de libras esterlinas em termos atuais. A questão de quem deveria pagar pelos reparos foi complexa e muito debatida. No final, decidiu-se que a maior parte dos custos seria paga com a abertura do Palácio de Buckingham ao público em determinados períodos do ano.

3. O Castelo de Windsor tem uma coleção de arte fantástica

Castelo de Windsor

Foi uma enorme sorte que muitos aposentos foram esvaziados durante a reforma que antecedeu o incêndio, pois, do contrário, o país teria perdido uma fantástica coleção de obras de arte. Um dos destaques de qualquer viagem ao Castelo de Windsor é ver a fabulosa coleção de arte em exposição.

Obras-primas de Rubens, Michelangelo, Van Dyck e Rembrandt podem ser vistas durante um passeio pelas muitas e luxuosas salas de estado, salões e galerias. Dentro do Castelo de Windsor, a coleção de arte em exibição mostra a riqueza e os gostos da monarquia ao longo dos séculos.

4. O castelo tem 300 lareiras

 

Sim, é isso mesmo. E um homem tem o trabalho de cuidar de todos elas. O ferreiro do rei (possivelmente a única pessoa que ainda tem esse cargo incrível) é responsável por limpar e acender as 300 lareiras do Castelo de Windsor. Ele vem fazendo isso há décadas, tendo substituído seu pai em 1984. É um trabalho enorme que precisa ser feito com um nível de cuidado e atenção digno de um rei, por isso ainda não foi terceirizado.

5. ... e aproximadamente 400 relógios

 

E, mais uma vez, um homem tem o trabalho de ser o responsável por todos eles. O conservador de relógios do castelo é responsável pela manutenção de todos os relógios históricos. Muitos deles têm mecanismos desatualizados e altamente complexos, portanto, é preciso muita habilidade para mantê-los funcionando. Os dois finais de semana mais movimentados de seu ano são quando os relógios mudam.

Ele leva cerca de 16 horas para adiantar todos os relógios em uma hora na primavera. Mas atrasar os relógios consome ainda mais tempo. Isso ocorre por que ele precisa dar corda neles por 11 ou 23 horas, em vez de apenas uma hora de atraso. Apesar de seu tamanho, o castelo está contido em apenas um fuso horário, o que torna tudo um pouco mais fácil.

 

6. A cozinha mais antiga do país

 

O Castelo de Windsor possui a cozinha mais antiga do país ainda em funcionamento. Ela vem alimentando reis e rainhas há séculos e é uma operação enorme, principalmente quando o castelo está realizando um jantar de Estado. E o senso de pompa e circunstância não facilita as coisas para a equipe da cozinha: por exemplo, cada pedacinho de manteiga tem que ser moldado à mão e carimbado com a coroa real. Para manter todo o serviço de jantar funcionando de forma eficiente, os relógios da cozinha são ajustados (por um único sujeito, como você já sabe) com cinco minutos de atraso.

7. Também há uma cerimônia de troca da guarda no Castelo de Windsor

;guardas no Castelo de Windsor

Assim como na outra residência principal do Rei, o Palácio de Buckingham, o Castelo de Windsor também tem uma cerimônia uma troca da guarda. A cerimônia Troca da Guarda geralmente ocorre às onze da manhã, todos os dias. Tente programar sua visita para testemunhar esse evento militar icônico. A proximidade e os laços históricos entre o Palácio de Buckingham e o Castelo de Windsor são refletidos nessas tradições cerimoniais.

8. O Castelo de Windsor atrai mais de um milhão de visitantes todos os anos

 

E você pode ser um deles, com a entrada para o castelo incluída no seu London Pass®. Seus visitantes mais famosos (até que você apareça, é claro) são o rei Charles III e sua antecessora, a rainha Elizabeth II, que tem uma afeição de longa data pelo castelo.

E se você estiver se perguntando qual é a distância entre o Castelo de Windsor e o Palácio de Buckingham, fica a cerca de 50 minutos de carro, o que o torna um destino perfeito para uma viagem de um dia.

 

9. A família real recebeu seu sobrenome a partir do castelo

 

A atual família real é originalmente de ascendência alemã e seu nome era anteriormente Saxe-Coburg e Gotha. Durante a Primeira Guerra Mundial, George V mudou o nome de sua casa real, devido ao sentimento público antialemão e ao fato de o nome destacar a linhagem alemã da família.

Assim, o nome da família foi alterado para Windsor e permanece assim até hoje. Muitos presumem que o castelo tem o nome da família, mas não é assim. De forma incomum no mundo dos nomes reais, foi o edifício que deu o nome à realeza, e não o contrário.

10. O Castelo de Windsor tem uma entrada para automóveis extremamente longa

Entrada do Castelo de Windsor

Há um caminho de 4,2km até a porta da frente do Castelo de Windsor. Esse é um longo trecho a ser percorrido antes de você entrar.

Mas quantos cômodos existem no Castelo de Windsor para um visitante explorar? Bem, o castelo possui mais de 1.000 cômodos impressionantes, o que reflete seu status de residência da monarquia.

Resumindo por que você precisa visitar o Castelo de Windsor...

 

O Castelo de Windsor é um marco imperdível que se orgulha de sua importância arquitetônica e histórica. Como o palácio ocupado há mais tempo na Europa e a casa preferida da falecida rainha, sua herança cultural e histórica abrange centenas de anos e é difícil de igualar a qualquer outro lugar.

Os visitantes podem desfrutar de mais de 1.000 cômodos repletos de uma extensa coleção de arte, aprender sobre o papel do castelo em eventos significativos e testemunhar cerimônias diárias como a Troca da Guarda.

Apesar de ter sobrevivido a incêndios destrutivos, o castelo continua de pé como uma testemunha da tradição real. Não é de se admirar que ele atraia mais de um milhão de visitantes anualmente. Para os interessados na monarquia ou na arquitetura britânica, uma visita oferece a oportunidade única de apreciar sua grandiosidade e obter valiosos insights culturais.

Você pode até dizer que... é digno de um rei.

 

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Carolina Oliveira
Carolina Oliveira
Freelance travel writer

Carolina é tradutora de inglês, jornalista e aventureira nata. Em 2021 decidiu trocar a rotina corporativa pela vida nômade e de lá pra cá explorou mais de 30 países enquanto trabalha remotamente sem planos de parar. Exercita sua paixão por idiomas e viagem com Go City atuando como tradutora, localizadora e escritora de viagem ao trazer à vida histórias para o público de língua portuguesa brasileira. Adora cozinhar pratos que aprendeu na estrada, ler e tocar ukulelê. Além de português, fala inglês e estuda francês.

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British Museum, Londres
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British Museum vs. National Gallery | The London Pass®

por Mia Russell Duelo Cultural em Londres: British Museum vs. National Gallery Você está pronto para mergulhar na rica cultura e história de uma das maiores cidades do mundo? Então, não procure mais: os museus e galerias de classe mundial de Londres são o lugar ideal! Dos artefatos antigos do British Museum às obras-primas icônicas da National Gallery, há algo para todos neste paraíso cultural. Além disso, a entrada geral em ambos é gratuita! Dois dos museus mais famosos de Londres são o British Museum e a National Gallery. Ambas as instituições de renome mundial têm muito a oferecer, então vamos dar uma olhada no que você pode esperar de cada uma. O British Museum O British Museum abriga mais de 8 milhões de objetos de todo o mundo e é um dos maiores e mais abrangentes museus do planeta. Esta instituição gigantesca é particularmente conhecida por sua coleção de artefatos antigos, que vão de múmias egípcias a estátuas da Grécia Antiga e cerâmicas mesopotâmicas. Um dos itens mais famosos da coleção é a Pedra de Roseta, que ajudou estudiosos a decifrar os hieróglifos egípcios. Mas isso é apenas o começo — há tanto para ver aqui que você poderia facilmente passar um dia inteiro (ou mais!) explorando as exposições. Uma das coisas que diferencia o British Museum de outros museus é a vasta amplitude de sua coleção. Com objetos de todos os cantos do globo, é uma verdadeira celebração da cultura e da história humana. Se você tem interesse pela Roma Antiga ou pelo Japão moderno, há algo aqui para todos. Outro aspecto único do British Museum é a forma como ele é organizado. Em vez de serem organizadas por região ou época, as exposições são organizadas tematicamente. Isso significa que você pode explorar temas como religião, dinheiro ou tecnologia e ver como eles foram representados em diferentes culturas e períodos. É uma forma fascinante de refletir sobre como a sociedade humana evoluiu. Você pode passear pelas galerias no seu próprio ritmo ou desfrutar de um Tour guiado liderado por especialistas que podem fornecer contexto e informações sobre os objetos em exibição. O museu oferece mapas gratuitos para ajudar você a se localizar e muitos bancos e áreas de descanso se precisar de uma pausa. O British Museum também tem uma área dedicada às crianças. Aqui, os pequenos podem aprender sobre história e cultura de forma divertida e interativa. Jogos, quebra-cabeças e atividades são projetados para envolver mentes curiosas e inspirar o amor pelo aprendizado. E não vamos esquecer das comodidades! O British Museum tem muitos lugares para comer e beber, incluindo cafés e restaurantes. Há também uma loja de presentes para comprar lembranças e livros sobre as exposições. E se precisar de uma pausa das multidões, há muitos pontos tranquilos onde você pode relaxar e apreciar a beleza do próprio edifício. O British Museum é uma grande instituição que vale muito a visita. 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  Quem está enterrado na Catedral de St. Paul
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Quem está enterrado na Catedral de St. Paul

St Paul's Cathedral é um dos marcos mais icônicos de Londres. É também um dos mais visitados, com inúmeras pessoas passeando por seus corredores ao longo do ano. Mas St. Paul também funciona como uma cripta, onde algumas das mentes mais brilhantes e corajosas descansam. Mas quem está enterrado na Catedral de St. Paul? Descubra abaixo! Incluindo: Etelredo, o Despreparado Sir Christopher Wren Horatio Nelson Joseph Turner e mais! Aethelred the Unready Começaremos pelo início porque a ordem cronológica manda. Então, suba na sua máquina do tempo enquanto fazemos uma viagem de volta a 1016 para assistir ao funeral do falecido rei Etelredo, o Despreparado. Como você pode adivinhar pelo título, ele não foi o rei mais amado. Então, era falta de preparo? Ele era jovem demais para assumir o trono? Bem, não. Veja, o título de Etelredo é, na verdade, uma tradução equivocada. O nome original traduz-se mais fielmente como "mal aconselhado". Documentos históricos de seu reinado detalham decisões questionáveis que beiravam o cômico. Quando os vikings bateram à sua porta com machados ensanguentados, Etelredo, o Despreparado, escolheu tentar pagá-los em vez de enfrentá-los com aço. Mas, quando tudo o que seu oponente quer é dinheiro, dar o que eles querem dificilmente é um impedimento. Na verdade, eles passam a querer mais — como um golpe de e-mail moderno. Assim, muitos outros clãs vikings apareceram, esvaziando rapidamente os cofres do país. Independentemente de suas escolhas — e conselheiros imprudentes — Etelredo, o Despreparado, jaz enterrado na Catedral de St. Paul. E, embora ele possa não estar no topo de nenhuma lista de quem é quem entre os enterrados na Catedral de St. Paul, ele encabeça a nossa. Novamente, por causa da cronologia. Imagem cortesia de Natata/Shutterstock Sir Christopher Wren Você pode nunca ter ouvido falar do velho Etelredo, mas quase certamente já ouviu falar de Sir Christopher Wren. Uma força da natureza na arquitetura, Wren é responsável por muitos dos marcos mais icônicos de Londres. O Royal Observatory in Greenwich, Kensington Palace e sim, até o St. Paul's Cathedral são apenas algumas das muitas estruturas que ele projetou após o Grande Incêndio de Londres, que destruiu grande parte da antiga Londres em um dia quente de verão em 1666. Então sim, o homem até projetou o próprio edifício onde foi sepultado. Mas você sabia que quase não foi esse o caso? Na verdade, após sua morte, não havia planos para enterrá-lo em St Paul. No entanto, graças a um clamor público, os planos mudaram. E, de forma bastante divertida, Wren chegou a brincar que, ao projetar o edifício, ele tinha o lugar perfeito para colocar seu túmulo. E, quando você for visitar seu local de descanso final, o encontrará exatamente no mesmo lugar que ele indicou pela primeira vez. Isso sim é uma história! Horatio Nelson Em seguida, vamos para o mar e brindamos a este almirante lendário e incomparável. Horatio Nelson foi um herói das Guerras Napoleônicas, garantindo vitórias decisivas contra os franceses. Tendo lutado em guerras constantes desde a juventude até seu almirantado, a sorte de Nelson acabou durante a famosa Batalha de Trafalgar, quando um tiro de mosquete perfurou seu ombro, pulmão e coluna. Embora possa ser difícil sobreviver a tais ferimentos nos dias de hoje, no século 19, era uma sentença de morte. Mas um homem de tamanha fama não poderia ser enterrado no mar. Só existia um lugar onde Nelson seria enterrado: a Catedral de St. Paul. Mas a viagem de Trafalgar a Londres é longa, e não existiam exatamente freezers naquela época. Então o que sua tripulação fez? Eles enterraram seu corpo em um caixão cheio de conhaque, que por acaso era a bebida favorita de Nelson. O conhaque ajudou a preservar o corpo do almirante enquanto ele era transportado com segurança para St. Paul. Um retorno regado a álcool para um companheiro merecedor. Joseph Turner Sim, a Catedral de St. Paul não recebe apenas heróis de guerra, reis e gigantes do mundo da arquitetura. Recebe pintores também. Senhoras e senhores, Joseph Turner. Turner era conhecido por suas pinturas deslumbrantes que capturavam a essência da beleza da natureza. Famoso por sua arte oceânica, você provavelmente reconhecerá muitas de suas pinturas, como O Naufrágio, Pescadores no Mar e O Valente Temeraire. O trabalho de Turner é quase imediatamente identificável — ninguém pinta exatamente como ele. Mas lendas sugerem que isso não se deve apenas à sua habilidade. Supostamente, ele fabricava suas próprias tintas usando elementos únicos, como ervas e especiarias, dando às suas pinturas um visual exclusivo. Duke of Wellington Justo quando você achou que tínhamos mudado de assunto, bum, outro herói de guerra aparece! E sim, é mais um líder militar cujos maiores triunfos ocorreram durante as Guerras Napoleônicas. No entanto, a diferença entre Horatio Nelson e o Duque de Wellington, também conhecido como Arthur Wellesley, é que enquanto as vitórias de Nelson ocorreram no mar, as vitórias do Duque de Wellington aconteceram em terra. Mas, embora sua proeza militar tenha sido celebrada por séculos, o velho Duque também tinha senso de humor. Em um jantar certa noite, muito antes de sua morte em 1852, Wellesley disse que não se importava onde seria enterrado, desde que o enterrassem com suas botas. Talvez você tivesse que estar lá para entender a graça? De qualquer forma, seu desejo se tornou realidade, e ele agora descansa sob a Catedral de St. Paul, enterrado com suas botas. Alexander Fleming E, finalmente, o último mas certamente não menos importante em nossa lista é talvez o mais merecedor. Ele pode não ser um rei, um artista ou um "herói de guerra" — embora tenha servido em uma guerra — mas seu trabalho possivelmente salvou mais vidas do que qualquer outra pessoa. Não apenas nesta lista, mas no planeta. Você pode não saber o nome dele, mas conhece o trabalho dele. Já tomou um antibiótico? Bem, você talvez não tivesse tomado se não fosse por Alexander Fleming. O brilhante microbiologista escocês foi o primeiro a descobrir que as bactérias evitavam certos fungos. Após testes, ele percebeu o porquê: tais fungos as matavam. Essa descoberta evoluiu para a penicilina, o primeiro antibiótico. E, para dizer o mínimo, a penicilina mudou o mundo. As infecções deixaram de ser um jogo de sorte. Agora, as pessoas sobreviveriam. Se alguém merece seu lugar de descanso sob os corredores sagrados da Catedral de St. Paul, é Alexander Fleming. Então, se você estava se perguntando quem está enterrado na Catedral de St. Paul, não precisa mais procurar. Claro, estes são apenas alguns dos muitos luminares que agora chamam o local de "lar", então vá visitar e veja todos eles por si mesmo! Westminster Abbey is another popular burial place para rostos famosos da história para que você possa se saciar com túmulos históricos na Abadia de Westminster ou na Catedral de St. Paul, mas com o London Pass, você pode visitar ambos e até evitar a fila em St. Paul, bem como todas as maiores atrações de Londres, por um preço baixo!
Dom Bewley
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