Visitar a St Paul’s Cathedral parece um pouco como entrar no cenário de um grande épico histórico – exceto que tudo é real e, sim, você pode subir naquela cúpula enorme. Quer você esteja lá pela arquitetura deslumbrante, pelas histórias fascinantes ou apenas queira descobrir por que a fonte é apelidada de “o banho dos pássaros”, a St Paul’s é um marco de Londres que você não quer perder.
Passei algumas horas explorando a catedral, da cripta à cúpula (e tudo o que há entre elas), e conversei com os maravilhosos guias voluntários para trazer o guia definitivo para você. Então, vamos lá…
Afinal, por que a St Paul’s é tão importante? (Ou seja, por que vale a visita)
Primeiro as apresentações: a St Paul’s é um ícone de Londres. É um dos edifícios mais reconhecíveis da cidade, com uma cúpula que domina o horizonte e rivaliza com qualquer uma em Roma. Se você gosta de arquitetura, história, vistas panorâmicas ou apenas boas histórias, este lugar tem algo para todos.
Além do visual, a St Paul’s é uma parte viva da história do Reino Unido. Ela sobreviveu a bombardeios, anos escurecida pela fuligem, cerimônias reais, funerais de estado e até um imprevisto atrevido com uma trombeta durante o Jubileu da Rainha.
Prepare-se para passar MUITO tempo olhando para cima
História e legado – um curso intensivo sobre eventos épicos
Houve cinco catedrais dedicadas a São Paulo neste local – a atual surgiu (literalmente) das cinzas do Grande Incêndio de Londres em 1666, que destruiu mais de 13.000 casas e 87 igrejas.
Sir Christopher Wren foi o homem com a visão. Ele não apenas reconstruiu a St Paul’s – ele reconstruiu 51 igrejas por toda a cidade. A construção da catedral começou em 1675 e levou 35 anos. Wren era obcecado por luz, som e design grandioso – e você pode sentir tudo isso em cada canto da catedral hoje.
Curiosidade: Wren estava tão ansioso para construir sua cúpula perfeita que criou vários designs e até uma maquete, mas a versão final só foi alcançada por meio de uma brecha astuta. Depois de tentar e não conseguir que o Rei concordasse com a cúpula, Wren fez uma maquete com um pináculo mais tradicional.
O Rei gostou tanto que concedeu a ele permissão especial para fazer quaisquer alterações menores que desejasse conforme a construção avançasse. Como era de se esperar, Wren voltou ao design da enorme cúpula que sempre quis. Mandou bem, Chris, mandou bem.
Tudo bem, eu vou… agora, como chego lá?
Você encontrará a St Paul’s Cathedral na City de Londres. A estação de metrô mais próxima é, sem surpresa, a St Paul’s na linha Central – a apenas alguns minutos de caminhada. Você também pode caminhar de Mansion House (linhas District e Circle) ou Blackfriars, se estiver vindo para a cidade pelo Thameslink.
Ela também é bem conectada por ônibus, e há uma estação de aluguel de bicicletas por perto se você estiver pedalando pela cidade.
O Quire, sim, é assim mesmo que se escreve em inglês...
Então, o que há para ver lá dentro?
A St Paul’s tem um estilo bem aberto, para você explorar no seu próprio ritmo – não há um roteiro específico a seguir! O mais provável é que você comece explorando o andar principal da catedral, depois desça até a cripta e, em seguida (se suas pernas e fôlego aguentarem), suba até a cúpula e suas galerias.
Comece pela nave, onde a escala impressionante do lugar vai te impactar. Confira os detalhes dos cadeirais do coro e os mosaicos vitorianos brilhando sob a luz. É um espaço iluminado, amplo e lindamente projetado para atrair seu olhar para aquela cúpula de tirar o fôlego.
Depois, desça para a cripta. É muito mais calmo aqui embaixo, um ótimo lugar para refletir. É onde você encontrará os túmulos e memoriais de heróis nacionais, incluindo Lord Nelson e o Duque de Wellington, além do próprio Christopher Wren. (Seu epitáfio simples diz: "Se busca seu monumento, olhe ao seu redor".)
Então... prepare-se. É hora da subida.
São 528 degraus até o topo da Golden Gallery, e você vai sentir cada um deles. Começa de forma tranquila, mas logo vira um verdadeiro treino de pernas. Não vou mentir – houve pausas para respirar, arquejos e talvez um momento em que questionei todas as minhas escolhas de vida. Mas, quando você chega lá em cima, a vista de Londres é espetacular. Vale cada passo suado, mas não é para os fracos de coração, você foi avisado. Algumas passagens e seções deste trajeto também são um pouco apertadas, então, se você não gosta de espaços confinados, talvez essa parte não seja para você!
A primeira parada é a Whispering Gallery, uma plataforma dentro da cúpula onde os sussurros viajam pela parede curva. Depois, segue-se para a Stone Gallery e, finalmente, a Golden Gallery – uma plataforma externa minúscula e com muito vento bem no topo. Você será recompensado com vistas de 360 graus da cidade, então não esqueça sua câmera (e talvez um pequeno lanche da vitória).
Você pode passar facilmente de duas a três horas na St Paul’s, especialmente se fizer o tour e subir a cúpula.
Prepare-se para esta vista se encarar a subida até a cúpula!
Mas quais são as melhores partes?
Aqui está o que mais se destacou durante minha visita:
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O Coro e os mosaicos: mais de sete milhões de azulejos brilhantes fazem desta uma das partes mais impressionantes da catedral. Só esteja preparado para não parar de olhar para cima.
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A Cripta: um espaço mais silencioso e reflexivo onde grandes nomes como Wren, Turner e Wellington descansam.
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As Trombetas do Jubileu (Jubilee Trumpets): instaladas para o Jubileu de Prata da Rainha em 1977 – e que certa vez causaram tal surpresa e fizeram a Rainha dar um pulo durante um serviço que Sua Majestade deu uma bronca no Reitor depois. Justo, convenhamos.
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A Cúpula e as galerias: suba para ter vistas panorâmicas de Londres (sugiro pular esta parte para quem tem medo de altura... ou de exercício). A galeria dos sussurros, a galeria de pedra e a galeria de ouro oferecem, cada uma, perspectivas únicas, tanto por dentro quanto por fora.
E quanto a um tour guiado?
Aqui vai a dica: os tours estão incluídos no seu ingresso, mas você precisa reservar um assim que chegar.
O melhor plano é ir direto ao balcão de informações quando chegar, onde um voluntário simpático explicará suas opções. Existem diferentes horários e durações – eu escolhi o tour de destaques de 30 minutos com o Jim, que estava cheio de histórias fascinantes e um profundo amor pelo edifício.
Vale totalmente a pena – os guias dão vida à catedral, com contos de incêndios e resistência em tempos de guerra até como exatamente aquela cúpula foi projetada.
Assim que souber o horário do seu tour, você pode planejar seu roteiro a partir daí, dependendo de quanto tempo tiver.
As famosas Trombetas do Jubileu
Para onde posso ir depois?
A St Paul’s está perfeitamente localizada para um dia inteiro de passeios – e se você tiver o The London Pass®, melhor ainda. Aqui estão algumas das nossas atrações favoritas por perto:
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Shakespeare’s Globe – logo após a Millennium Bridge, esta reconstrução fiel do teatro elisabetano original dá vida à obra de Shakespeare. Faça um tour guiado com seu passe ou assista a um espetáculo (ingressos vendidos pelo teatro).
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Tate Modern – a entrada é gratuita e é parada obrigatória para os amantes de arte contemporânea.
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The Monument to the Great Fire of London – suba ainda mais degraus (se ainda não tiver se cansado) para mais vistas da cidade e uma ótima conexão com o incêndio que levou ao renascimento da St Paul’s.
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Golden Hinde – uma réplica em tamanho real do navio de Sir Francis Drake, ancorada ali perto e divertida de explorar.
Agora você está pronto para ir...
A St Paul’s é mais do que um edifício – é um livro de histórias em pedra. De cerimônias reais à resistência durante a Blitz, ela viu o melhor e o pior da história humana – e continua de pé, imponente.
Seja subindo até a galeria de ouro, conversando com um guia como o Jim ou apenas absorvendo a atmosfera, é o tipo de lugar que fica na memória. E agora que você leu isto, já sabe o suficiente para aproveitar cada minuto.
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Saiba mais em what and who is hidden in the crypt at St Pauls ou confira our guide to St Paul’s blockbuster movie moments.
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