Como visitar Londres gastando pouco

Anotícia ruim é que Londres é uma cidade cara. A boa notícia é que é possível, sim, visitar Londres sem gastar muito. Veja a seguir as nossas principais dicas de como visitar Londres gastando menos.

Londres gastando pouco

Que a cidade de Londres tem uma reputação de ser uma das cidades mais caras do planeta você já sabe. É comum ver pessoas de fora fazendo uma careta de incredulidade na primeira visita à cidade quando ao comprar uma pint — uma cerveja — e pagar com uma nota de 10 libras, não receber nadinha de troco. Hotéis luxuosos, restaurantes com estrelas Michelin e a demanda constante de ser um dos destinos mais procurados por turistas só pode resultar em uma coisa: Londres é uma cidade cara.

Agora vamos para a boa notícia: é possível, sim, visitar Londres sem gastar muito. Seguir as nossas dicas, estar aberto à possibilidade de se hospedar mais longe do centro, visitar atrações gratuitas e buscar ingressos com desconto, entre outras coisas, podem ajudar a não esvaziar sua carteira tão rápido ao fazer uma viagem para Londres. Veja a seguir as nossas principais dicas de como visitar Londres gastando pouco.

Londres

Esteja aberto à possibilidade de se hospedar mais longe do centro.

Hospedagem em Londres com orçamento limitado

Hoteis em Londres

The Ritz

 

Não há como fantasiar sobre este item. É necessário controlar as expetativas e entender que será muito difícil encontrar um hotel no centro de Londres, por mais básico que seja, por menos de 100 libras por noite. O que isso significa? Você não irá se hospedar no The Ritz. É triste, eu sei, mas é a verdade.

A chave para economizar em hospedagem é procurar locais fora das zonas 1 e 2 de Londres. As zonas que vão de 3 a 6 ainda são bem conectadas com transporte público, mas estão a uma distância maior do centro da cidade e por isso terão preços mais acessíveis. É simples: quanto mais longe do centro, mais palatável será o preço. Pesquise locais próximos a estações de metrô (ou Tube, se preferir) para ficar ao alcance das principais atrações. Alguns locais são: Stratford, Hammersmith, Islington e até King’s Cross.

Alguns hotéis mais econômicos conhecidos são Travelodge, Ibis e Premier Inn, assim como alguns hostels conhecidos, caso você não importe em compartilhar quarto, incluem Safestay e St Christopher’s Inn com propriedades em Greenwich, Holland Park, Camden e London Bridge. Há também a opção de Airbnb, especialmente para viagens em grupo.

Camden Londres

Camden

Como se locomover em Londres pagando menos

Transporte em Londres

Os taxis pretos icônicos de Londres são ótimos para selfies #humildadesempre, mas fazem um mal danado ao seu orçamento. Em vez disso, opte pelo transporte público. Um cartão de viagem de um dia que cobre viagens ilimitadas de metrô e ônibus nas zonas 1-3 custa menos de 10 libras. Você pode entrar e sair do transporte público o quanto quiser usando seu cartão de crédito, sabendo que nunca excederá esse limite diário. Se você precisar pegar um táxi, aplicativos como o Uber oferecem alternativas mais baratas aos taxis, especialmente para viagens mais longas.

Caminhar por Londres também pode ser divertido. Sim, é enorme, mas muitas das principais atrações estão próximas umas das outras. Por exemplo: você pode caminhar da Abadia de Westminster até Leicester Square, passando pelo Big Ben, 10 Downing Street e Trafalgar Square ao longo do caminho, em cerca de 30 minutos. Basta pegar um mapa, planejar sua rota e pronto!

Ingressos gratuitos e com desconto para atrações em Londres

 

Viajantes preocupados com o orçamento ainda podem conhecer museus de Londres, pois a entrada em um grande número de museus e galerias é absolutamente gratuita. A Galeria Nacional, uma celebração da arte europeia através dos tempos, de Da Vinci a Turner, é uma delas. Depois, há a poderosa Tate Modern, aquela antiga central elétrica que abriga obras cruciais de Pollock, Picasso, Rothko, Klee, Warhol, Lichtenstein, Monet e muito mais. Também gratuito é o poderoso Museu Britânico, apenas a maior coleção de artefatos históricos do planeta (oito milhões, caso você esteja se perguntando), incluindo a Pedra de Roseta, os Mármores de Elgin e uma estátua da Ilha de Páscoa. Há ainda o Museu de História Natural, o tipo de lugar onde crianças e adultos podem se perder por horas a fio.

Museu de História Nacional

Museu de História Nacional

E aqui vai a dica de ouro. Para economizar mais em atrações escolha o The London Pass®. Se você está planejando visitar vários marcos, atrações e fazer um ou dois passeios, esta pode ser a opção para você. Os titulares do passe podem acessar quantas atrações quiserem por até 10 dias consecutivos, incluindo as atrações mais populares da cidade como a Abadia de Westminster, a Torre de Londres, o The View from The Shard, o Zoológico de Londres, o Cutty Sark e os Kew Gardens. Também inclui passagens de ônibus hop-on hop-off, passeios em estádios de futebol, cruzeiros pelo Tâmisa e muito mais. Você pode economizar até 50% em relação ao que gastaria comprando ingressos individuais. Em outras palavras, a chave para viajantes com orçamento limitado. Saiba mais sobre o assunto e adquira o seu aqui.

Provavelmente não precisa ser dito, mas vale ressaltar de qualquer maneira, que passeios pelos bairros mais instagramáveis ​​de Londres também não custarão absolutamente nada. Estamos falando da Portobello Road, com suas casas coloridas e animadas barracas de bugigangas; a atmosférica Whitechapel e Brick Lane, a bela Greenwich e a margem sul do Tâmisa. Passeie pelo movimentado Borough Market até a London Eye para um banquete visual que inclui a imponente Catedral de Southwark, o Globe Theatre de Shakespeare, o Tate Modern e vistas deslumbrantes sobre o rio da Catedral de São Paulo.

Comendo barato em Londres

 

Se você estiver visitando Londres com um orçamento limitado, com certeza vai querer se familiarizar com as maneiras mais agradáveis ​​e baratas de comer. Evite as cadeias de fast food e mantenha-se o mais longe possível das armadilhas para turistas ao redor de Covent Garden e Leicester Square. Com exceção, isto é, de Chinatown, onde você ainda pode conseguir uma tigela satisfatória de macarrão ou arroz frito por menos do que o custo de uma cerveja londrina.

Comer cedo ou tarde também é um bom truque. Menus pré-teatro disponíveis entre 17h e 19h geralmente custam um bom preço no coração da cidade, enquanto aplicativos como Too Good To Go valem a pena conferir para pechinchas de fim de noite, quando refeições não vendidas em restaurantes são transformadas em takeaways ​​para evitar o desperdício de comida. Também vale a pena conferir sites de vouchers como Groupon e Wowcher para experiências gastronômicas com desconto em pubs e restaurantes de Londres.

A comida de rua de Londres também é incomparável e — embora talvez não seja exatamente barata para os padrões internacionais — significa que você pode fazer uma refeição farta em qualquer lugar por muito menos do que o custo de um jantar em um pub ou restaurante londrino.

Vá até Brick Lane para comer alguns dos melhores falafels e bagels da cidade. O único perigo nesta meca gastronômica do East End é que você ficará tentado a esvaziar sua carteira em um dos muitos restaurantes convidativos de comida de Bangladesh ou boutiques vintage que se alinham na rua. Depois, há a saturnália sensorial que é o Borough Market, perto da estação London Bridge. Aqui, sob os atmosféricos arcos ferroviários, encontra-se um mundo inteiro de delícias gourmet. Pense em deliciosos sanduíches de confit de pato, hambúrgueres de carne de porco, saladas com halloumi, queijos regionais, donuts gigantes recheados com creme, cervejas artesanais, cafés especiais fresquinhos e, bem, praticamente qualquer outra coisa que você possa imaginar. Bon appetit!

Chinatown, em Londres.

Chinatown, em Londres.

Economize em atrações e experiências de Londres

Economize na entrada de atrações e experiências usando o The London Pass®. Acompanhe o @londonpass no Instagram para ver as nossas dicas e novidades.

Carolina Oliveira
Carolina Oliveira
Freelance travel writer

Carolina é tradutora de inglês, jornalista e aventureira nata. Em 2021 decidiu trocar a rotina corporativa pela vida nômade e de lá pra cá explorou mais de 30 países enquanto trabalha remotamente sem planos de parar. Exercita sua paixão por idiomas e viagem com Go City atuando como tradutora, localizadora e escritora de viagem ao trazer à vida histórias para o público de língua portuguesa brasileira. Adora cozinhar pratos que aprendeu na estrada, ler e tocar ukulelê. Além de português, fala inglês e estuda francês.

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