O que fazer próximo a Tower Bridge

Publicado em: 6 de fevereiro de 2025
Tower BRidge Londres

A Tower Bridge é um ícone de Londres, suas torres distintas pairando no alto sobre o rio Tâmisa proporcionando a vista de grandes marcos incluindo o The Shard, a Catedral de São Paulo e a Torre de Londres. Nosso guia para o que fazer de melhor próximo a Tower Bridge inclui essas atrações, além do Borough Market, Chitechapel e muito mais...

Guia rápido para a Tower Bridge

 Tower Bridge

Construída no final do século XIX, a Tower Bridge é uma das grandes atrações de Londres que você pode visitar gratuitamente. Tire suas selfies na margem sul do Tâmisa antes de passear por essa obra-prima da engenharia vitoriana e parar para admirar a vista do Shard e da Tower of London enquanto você caminha.

Você quer uma vista ainda melhor? Para isso você terá que pagar pelo privilégio, mas a experiência de entrar na passarela com piso de vidro a mais de 30 metros de altura vale a pena. Observe entre seus pés os táxis pretos e os ônibus de dois andares vermelho-tomate bem abaixo e aprecie a bela vista panorâmica do horizonte de Londres.

Dica: a entrada para as plataformas de vidro na Tower Bridge está incluída no The London Pass®, que pode fazer com que você economize até 50% nos preços normais de entrada de várias das principais atrações, passeios e atividades de Londres, incluindo muitas apresentadas neste guia.

Mas que outras atrações de Londres você pode visitar perto da Tower Bridge? Vamos dar uma olhada...

The View from The Shard

Shard próximo a Tower Bridge

A sede de vistas deslumbrantes do horizonte de Londres não foi satisfeita com a visita a Tower Bridge? Não tema, a uma curta distância de lá está o The Shard. É impossível não o ver: uma estrutura enorme e pontuda que surge na South Bank como se fosse, bem, um estilhaço gigante de vidro quebrado.

Suba até o 69º andar em menos de 60 segundos a bordo de um dos elevadores equipados com telas de vídeo surround (e, felizmente, não são feitas de vidro). Depois de atingir essas alturas vertiginosas, você pode acalmar os nervos no bar de champanhe antes de subir para a plataforma de observação ao ar livre no 72º andar. A 243 metros acima da terra firme, é a galeria de observação mais alta do Reino Unido, e você tem a vista para provar isso. Em dias claros, você pode ver tudo, desde a vizinha Tower Bridge até South Downs, a cerca de 64 quilômetros de distância.

Leia nossa comparação entre a View from The Shard e a London Eye.

Catedral de São Paulo

Catedral de São Paulo

Você pode apostar que Sir Christopher Wren, lendário arquiteto da Catedral de São Paulo (em inglês, St Paul's Cathedral) — bem como de muitas outras igrejas, palácios e estátuas de Londres—, teria considerado o The Shard vulgar e grotesco. Sua própria obra-prima, um dos muitos edifícios de Wren que ressurgiram das cinzas do Grande Incêndio de Londres, fica no lado oposto do Tâmisa, a pouco mais de um quilômetro da Tower Bridge.

A Catedral de São Paulo testemunhou — e sobreviveu — a duas guerras mundiais, além de supervisionar inúmeros casamentos reais, funerais de Estado e outras ocasiões nacionais importantes. E agora ela está pronta para sua ocasião mais importante e histórica: sua visita. Nela, você pode tirar selfies e fotos nos degraus, conhecer a Galeria dos Sussurros e prestar homenagem a personalidades como o almirante Lord Nelson e o próprio Wren na cripta cavernosa da catedral.

Borough Market

Borough Market

Sob os arcos ferroviários sempre barulhentos que servem a estação London Bridge você encontra o igualmente barulhento Borough Market, onde os ávidos vendedores de barracas têm comercializado seus produtos em voz alta há quase mil anos.

Chegue cedo para ter a experiência uma londrina autêntica. A lendária cervejaria Market Porter abre a partir das 6h da manhã nos dias de semana para que você possa molhar o bico com uma cerveja revigorante antes de mergulhar na saturnália sensorial que é o mercado propriamente dito. Venha com o estômago vazio para aproveitar ao máximo: os aromas misturados de café recém-preparado, queijos britânicos pungentes e fatias de bacon no café da manhã logo farão você correr para a barraca mais próxima para uma dose de alimentos frescos da fazenda. Nada como o equilíbrio, não é?!

Saia com suas guloseimas para os terrenos arborizados (e relativamente tranquilos) da medieval Southwark Cathedral, ao lado do Borough Market, e observe que a entrada para a catedral também está incluída no The London Pass®.

A Torre de Londres

 Torre de Londres

O lado oeste da Tower Bridge é um dos melhores pontos para você admirar as torres medievais da Torre de Londres e seu ameaçador Portão dos Traidores, principalmente nas noites amenas de verão com o céu rosado do pôr do sol.

A Torre já serviu como palácio, fortaleza, prisão e, hum, zoológico, desde que foi construída para o grande William, o Conquistador, no século XI. Entre para descobrir um mundo de mistério, assassinato e intriga que vai desde o desaparecimento de príncipes ainda crianças até decapitações públicas (oh, olá, Henrique VIII! Ele adorava duas coisas: casar e decapitar pessoas). Diga olá para os corvos residentes e para os Yeoman Warders vestidos de vermelho e ouro e reserve um tempo para admirar as joias da coroa, incluindo a histórica coroa de St Edward. Esse cômico e opulento acessório para a cabeça foi usado em várias coroações nos últimos 350 anos, inclusive para enfeitar a cabeça da falecida Rainha Elizabeth e do atual ocupante do trono, Charles III.

 

Whitechapel

Whitechapel

Há muito mais em Whitechapel do que apenas Jack o Estripador. O distrito há muito tempo se desfez de sua imagem sombria e agora é uma meca absoluta para os descolados, repleto de cafés da moda, butiques vintage, bares clandestinos secretos e lojas de discos de vinil. Você pode comprar presentes e lembranças exclusivas no Spitalfields Market, conferir arte contemporânea de ponta na discreta Whitechapel Gallery e se deliciar com os melhores bagels da cidade na cosmopolita Brick Lane.

E, é claro, você também pode fazer um passeio de Jack, o Estripador, que explora alguns dos locais de caça favoritos do monstro e promete inúmeras oportunidades de fotos perfeitas para o Insta: placas de pubs antigos e rangentes, casas vitorianas manchadas de fuligem e ruas estreitas de paralelepípedos.

Confira nosso guia das principais atrações do leste de Londres aqui.

O Monumento

Monumento ao Grande Incêndio de Londres

É justo dizer que Sir Christopher Wren fez do limão uma limonada após o Grande Incêndio de Londres. A cerca de 15 minutos de caminhada ao longo do Tâmisa, a partir da Tower Bridge, o Monumento ao Grande Incêndio de Londres foi projetado por Wren e um de seus arquitetos para lembrar o evento histórico e, desde então, está nesse local na North Bank. Uma clássica coluna dórica canelada com cerca de 61 metros de altura e 61 metros de distância do local em Pudding Lane onde o incêndio começou.

Prepare-se para a subida de 311 degraus que leva você por uma escada estreita e sinuosa dentro da torre até a plataforma de observação no topo. Aqueles que conseguem chegar até o topo são recompensados com a vista esplêndida panorâmica do horizonte da cidade, incluindo vistas da Catedral de São Paulo, Teatro Gloco de Shakespeare e Tower Bridge, bem como um certificado oficial do Monumento para provar que você conseguiu.

Economize em atrações de Londres

Você está procurando mais coisas para fazer perto da Tower Bridge e em Londres? O The London Pass® inclui quase 100 das principais atrações, passeios e atividades, e você pode economizar até 50% nos preços normais de entrada para até 10 dias consecutivos de passeios na capital inglesa.

Carolina Oliveira
Carolina Oliveira
Escritor de viagem freelancer

Carolina é tradutora de inglês, jornalista e aventureira nata. Em 2021 decidiu trocar a rotina corporativa pela vida nômade e de lá pra cá explorou mais de 30 países enquanto trabalha remotamente sem planos de parar. Exercita sua paixão por idiomas e viagem com Go City atuando como tradutora, localizadora e escritora de viagem ao trazer à vida histórias para o público de língua portuguesa brasileira. Adora cozinhar pratos que aprendeu na estrada, ler e tocar ukulelê. Além de português, fala inglês e estuda francês.

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  Quem está enterrado na Catedral de St. Paul
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Quem está enterrado na Catedral de St. Paul

St Paul's Cathedral é um dos marcos mais icônicos de Londres. É também um dos mais visitados, com inúmeras pessoas passeando por seus corredores ao longo do ano. Mas St. Paul também funciona como uma cripta, onde algumas das mentes mais brilhantes e corajosas descansam. Mas quem está enterrado na Catedral de St. Paul? Descubra abaixo! Incluindo: Etelredo, o Despreparado Sir Christopher Wren Horatio Nelson Joseph Turner e mais! Aethelred the Unready Começaremos pelo início porque a ordem cronológica manda. Então, suba na sua máquina do tempo enquanto fazemos uma viagem de volta a 1016 para assistir ao funeral do falecido rei Etelredo, o Despreparado. Como você pode adivinhar pelo título, ele não foi o rei mais amado. Então, era falta de preparo? Ele era jovem demais para assumir o trono? Bem, não. Veja, o título de Etelredo é, na verdade, uma tradução equivocada. O nome original traduz-se mais fielmente como "mal aconselhado". Documentos históricos de seu reinado detalham decisões questionáveis que beiravam o cômico. Quando os vikings bateram à sua porta com machados ensanguentados, Etelredo, o Despreparado, escolheu tentar pagá-los em vez de enfrentá-los com aço. Mas, quando tudo o que seu oponente quer é dinheiro, dar o que eles querem dificilmente é um impedimento. Na verdade, eles passam a querer mais — como um golpe de e-mail moderno. Assim, muitos outros clãs vikings apareceram, esvaziando rapidamente os cofres do país. Independentemente de suas escolhas — e conselheiros imprudentes — Etelredo, o Despreparado, jaz enterrado na Catedral de St. Paul. E, embora ele possa não estar no topo de nenhuma lista de quem é quem entre os enterrados na Catedral de St. Paul, ele encabeça a nossa. Novamente, por causa da cronologia. Imagem cortesia de Natata/Shutterstock Sir Christopher Wren Você pode nunca ter ouvido falar do velho Etelredo, mas quase certamente já ouviu falar de Sir Christopher Wren. Uma força da natureza na arquitetura, Wren é responsável por muitos dos marcos mais icônicos de Londres. O Royal Observatory in Greenwich, Kensington Palace e sim, até o St. Paul's Cathedral são apenas algumas das muitas estruturas que ele projetou após o Grande Incêndio de Londres, que destruiu grande parte da antiga Londres em um dia quente de verão em 1666. Então sim, o homem até projetou o próprio edifício onde foi sepultado. Mas você sabia que quase não foi esse o caso? Na verdade, após sua morte, não havia planos para enterrá-lo em St Paul. No entanto, graças a um clamor público, os planos mudaram. E, de forma bastante divertida, Wren chegou a brincar que, ao projetar o edifício, ele tinha o lugar perfeito para colocar seu túmulo. E, quando você for visitar seu local de descanso final, o encontrará exatamente no mesmo lugar que ele indicou pela primeira vez. Isso sim é uma história! Horatio Nelson Em seguida, vamos para o mar e brindamos a este almirante lendário e incomparável. Horatio Nelson foi um herói das Guerras Napoleônicas, garantindo vitórias decisivas contra os franceses. Tendo lutado em guerras constantes desde a juventude até seu almirantado, a sorte de Nelson acabou durante a famosa Batalha de Trafalgar, quando um tiro de mosquete perfurou seu ombro, pulmão e coluna. Embora possa ser difícil sobreviver a tais ferimentos nos dias de hoje, no século 19, era uma sentença de morte. Mas um homem de tamanha fama não poderia ser enterrado no mar. Só existia um lugar onde Nelson seria enterrado: a Catedral de St. Paul. Mas a viagem de Trafalgar a Londres é longa, e não existiam exatamente freezers naquela época. Então o que sua tripulação fez? Eles enterraram seu corpo em um caixão cheio de conhaque, que por acaso era a bebida favorita de Nelson. O conhaque ajudou a preservar o corpo do almirante enquanto ele era transportado com segurança para St. Paul. Um retorno regado a álcool para um companheiro merecedor. Joseph Turner Sim, a Catedral de St. Paul não recebe apenas heróis de guerra, reis e gigantes do mundo da arquitetura. Recebe pintores também. Senhoras e senhores, Joseph Turner. Turner era conhecido por suas pinturas deslumbrantes que capturavam a essência da beleza da natureza. Famoso por sua arte oceânica, você provavelmente reconhecerá muitas de suas pinturas, como O Naufrágio, Pescadores no Mar e O Valente Temeraire. O trabalho de Turner é quase imediatamente identificável — ninguém pinta exatamente como ele. Mas lendas sugerem que isso não se deve apenas à sua habilidade. Supostamente, ele fabricava suas próprias tintas usando elementos únicos, como ervas e especiarias, dando às suas pinturas um visual exclusivo. Duke of Wellington Justo quando você achou que tínhamos mudado de assunto, bum, outro herói de guerra aparece! E sim, é mais um líder militar cujos maiores triunfos ocorreram durante as Guerras Napoleônicas. No entanto, a diferença entre Horatio Nelson e o Duque de Wellington, também conhecido como Arthur Wellesley, é que enquanto as vitórias de Nelson ocorreram no mar, as vitórias do Duque de Wellington aconteceram em terra. Mas, embora sua proeza militar tenha sido celebrada por séculos, o velho Duque também tinha senso de humor. Em um jantar certa noite, muito antes de sua morte em 1852, Wellesley disse que não se importava onde seria enterrado, desde que o enterrassem com suas botas. Talvez você tivesse que estar lá para entender a graça? De qualquer forma, seu desejo se tornou realidade, e ele agora descansa sob a Catedral de St. Paul, enterrado com suas botas. Alexander Fleming E, finalmente, o último mas certamente não menos importante em nossa lista é talvez o mais merecedor. Ele pode não ser um rei, um artista ou um "herói de guerra" — embora tenha servido em uma guerra — mas seu trabalho possivelmente salvou mais vidas do que qualquer outra pessoa. Não apenas nesta lista, mas no planeta. Você pode não saber o nome dele, mas conhece o trabalho dele. Já tomou um antibiótico? Bem, você talvez não tivesse tomado se não fosse por Alexander Fleming. O brilhante microbiologista escocês foi o primeiro a descobrir que as bactérias evitavam certos fungos. Após testes, ele percebeu o porquê: tais fungos as matavam. Essa descoberta evoluiu para a penicilina, o primeiro antibiótico. E, para dizer o mínimo, a penicilina mudou o mundo. As infecções deixaram de ser um jogo de sorte. Agora, as pessoas sobreviveriam. Se alguém merece seu lugar de descanso sob os corredores sagrados da Catedral de St. Paul, é Alexander Fleming. Então, se você estava se perguntando quem está enterrado na Catedral de St. Paul, não precisa mais procurar. Claro, estes são apenas alguns dos muitos luminares que agora chamam o local de "lar", então vá visitar e veja todos eles por si mesmo! Westminster Abbey is another popular burial place para rostos famosos da história para que você possa se saciar com túmulos históricos na Abadia de Westminster ou na Catedral de St. Paul, mas com o London Pass, você pode visitar ambos e até evitar a fila em St. Paul, bem como todas as maiores atrações de Londres, por um preço baixo!
Dom Bewley
Hampton Court Palace.
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Castelo de Windsor vs. Hampton Court Palace

Com pouco menos de 2.000 anos de história real entre eles, não é de se admirar que o Castelo de Windsor e o Hampton Court Palace estejam entre as atrações turísticas mais populares do Reino Unido, com milhões de visitantes indo a esses complexos palacianos todos os anos. Mas como esses titãs do turismo britânico se comparam? Qual é o maior castelo ocupado do mundo? Qual tem mais relatos de assombrações? E qual abriga a videira mais antiga (e maior) do planeta? Nós fomos conferir essas residências reais de perto para descobrir. Castelo de Windsor vs. Hampton Court Palace: uma breve história Construído logo após a Conquista Normanda e com quase 1.200 anos de idade, o Castelo de Windsor é o irmão mais velho por uma margem considerável. Ele permanece como uma residência real favorita desde sua versão do século XI como uma fortaleza de mota sob o comando de Guilherme, o Conquistador. A extensa expansão sob (principalmente) Henrique III e Eduardo III nos séculos XIII e XIV formou a base do palácio atual, com as renovações de Carlos II pós-Reforma conferindo muito do esplendor barroco pelo qual o castelo é mais conhecido. Um refúgio de fim de semana favorito da falecida Rainha Elizabeth II durante grande parte de sua longa vida, Windsor continua sendo o castelo ocupado mais antigo e maior do mundo até hoje, com grandes áreas de seus extensos terrenos, salas de estado e edifícios históricos abertos ao público. Curiosidade sobre o Castelo de Windsor: leva cerca de 16 horas para ajustar todos os cerca de 450 relógios do castelo para o horário de verão. O Hampton Court Palace é mais associado a Henrique VIII que, por sua vez, é lembrado por banquetes medievais épicos, obesidade, gota e, claro, uma abordagem drástica de separação conjugal envolvendo guilhotinas. Apesar de uma história um tanto sangrenta, hoje o palácio parece um castelo de contos de fadas, com chaminés de tijolos ornamentais e torres Tudor com ameias. Mas nem sempre foi tão pacífico. Na verdade, na época de Henrique, era tudo menos isso. Construído por Henrique especificamente para banquetes que duravam o dia todo (com pedreiros muitas vezes forçados a trabalhar à luz de velas durante a noite para concluí-lo), o Great Hall foi palco de muitas orgias gastronômicas bacanais. O palácio também foi o lugar onde a terceira esposa de Henrique, Jane Seymour, morreu após o parto e onde Catherine Howard, a quinta esposa de Henrique, foi confinada antes de ser decapitada sob acusações de adultério. O palácio foi significativamente remodelado por Sir Christopher Wren no século XVII, sob a Casa de Stuart. Essas alterações apagaram grande parte do visual Tudor original e o substituíram pela bela arquitetura inspirada no Palácio de Versalhes que define este edifício épico até hoje. Curiosidade sobre o Hampton Court Palace: houve vários relatos de avistamentos do fantasma gritante de Catherine Howard correndo pelo apropriadamente chamado Corredor Assombrado do palácio. O que ver e fazer no Castelo de Windsor Você precisará de pelo menos meio dia para mergulhar totalmente nas muitas riquezas do Castelo de Windsor. Aqui estão alguns dos nossos destaques favoritos... A Round Tower Originalmente construída por Henrique II em 1170, a torre de menagem do castelo foi remodelada inúmeras vezes ao longo dos séculos. É discutivelmente melhor vista pelo lado de fora, mas você também pode fazer visitas guiadas subindo a escadaria interna para desfrutar de vistas panorâmicas do Vale do Tâmisa até o horizonte de Londres. Os State Apartments Maravilhe-se com a opulência dourada desses salões sagrados e contemple as exibições ostensivas de riqueza inimaginável! Entre as riquezas encontradas nos reais State Apartments estão obras-primas de Rubens, Holbein e Brueghel, bem como um extraordinário retrato triplo de Carlos I por Anthony Van Dyck que faria até o mais narcisista fã de selfies corar. Capela de São Jorge O local de descanso final de cerca de 11 reis e rainhas (incluindo a falecida Elizabeth II), esta grandiosa construção gótica medieval é um dos edifícios mais fotogênicos do Castelo de Windsor. Não é de admirar que muitos membros da realeza – como Harry e Meghan – tenham escolhido se casar aqui. Queen Mary's Dolls' House Experimente a vida em miniatura dentro daquela que pode ser a casa de bonecas mais famosa (e maior) do planeta. Construída para a Rainha Mary na primeira metade da década de 1920, ela contém peças minúsculas dignas de uma rainha, feitas por alguns dos melhores artistas da época: estamos falando de livros, pinturas, vasos de flores, garrafas de vinho, veículos em miniatura e quase todos os outros itens domésticos georgianos que você possa imaginar. Tem até água corrente, eletricidade, elevadores que funcionam e um jardim paisagístico intrincado projetado pela celebrada horticultora Gertrude Jekyll. Afternoon entry to Windsor Castle is included with the London Pass®. O que ver e fazer no Hampton Court Palace O Hampton Court Palace difere do Castelo de Windsor principalmente pelo uso criativo de seus terrenos, em parte devido à inclinação de Henrique VIII por atividades esportivas ao ar livre (e vinho). Aqui estão alguns dos destaques, tanto por dentro quanto por fora... Jardins de Hampton Court Cerca de 60 acres de jardins compreendem um parque de cervos e uma recriação do Privy Garden de Guilherme III, bem como algumas das atrações mais populares da propriedade. Estamos falando da Great Vine, nada menos que a videira mais antiga do mundo. Com mais de 250 anos, ela tem agora mais de 1,8 metro de espessura e ainda produz uma pequena quantidade de frutas até hoje. Há também o labirinto do palácio: oitocentos metros de caminhos cercados por imensas sebes de teixo, altas demais para se ver por cima, onde cortesãos se perdem desde 1690. Boa sorte lá dentro! The Great Hall Não perca o salão medieval mais impressionante da Inglaterra, que um dia ressoou com o som de banquetes barulhentos que duravam o dia todo e entretenimento exclusivo, chegando a hospedar William Shakespeare e sua companhia em 1603. Daqui, observe a Galeria Assombrada, onde você pode encontrar o fantasma gritante de Catherine Howard. Cozinhas Tudor Descubra como a equipe de serviço vivia nestas cozinhas cavernosas que já atenderam até 600 aristocratas famintos não uma, mas DUAS vezes por dia durante o auge dos banquetes do Great Hall. O Relógio Astronômico Feito para Henrique VIII em 1540, este prodígio mecânico de 4,5 metros de altura no apropriadamente chamado Clock Court é imperdível. Além de marcar a hora, você também pode conferir em que mês estamos, qual é o signo do zodíaco atual e quantos dias se passaram desde a última lua nova. Útil. A Capela Real Dentro deste exemplo extraordinário de arquitetura barroca, sob seu belo teto de madeira Tudor, foi onde, em 1540, o arcebispo Cranmer entregou a Henrique VIII a carta acusando Catherine Howard de indiscrições matrimoniais. E o resto, como dizem, é história. Entry to Hampton Court Palace is included with The London Pass®. Informações rápidas: Castelo de Windsor Ingressos Ingressos estão disponíveis diretamente pelo official website. Como alternativa, o The London Pass® inclui a entrada para o Castelo de Windsor, bem como para muitas outras atrações de Londres, incluindo a Torre de Londres, o Hampton Court Palace e o Zoológico de Londres. Horário de funcionamento Aberto diariamente de 1º de março a 31 de outubro, das 10h as 16h (fecha as 17h15), e de 1º de novembro a 28 de fevereiro, das 10h as 15h (fecha as 16h15). Como chegar Trens de Londres servem as estações próximas Windsor & Eton Central e Windsor & Eton Riverside. O serviço de ônibus Green Line 702 tem partidas diárias regulares de perto da estação Victoria, no centro de Londres. Informações rápidas: Hampton Court Palace Ingressos Ingressos estão disponíveis diretamente pelo official website. Como alternativa, o The London Pass® inclui a entrada para o Hampton Court Palace, bem como para muitas outras atrações de Londres, incluindo a Catedral de São Paulo, o Castelo de Windsor e o Shakespeare's Globe Theatre. Horário de funcionamento Aberto das 10h as 17h30 na maioria dos dias (última entrada as 16h30), com algumas variações sazonais. Confira o Check the official website para as datas de funcionamento mais recentes. Como chegar Serviços de trem partem da estação London Waterloo a cada 30 minutos, parando em Vauxhall, Clapham Junction, Earlsfield, Wimbledon, Raynes Park, New Maldon, Berrylands, Surbiton, Thames Ditton e Hampton Court. Serviços de ônibus também operam a partir de Richmond e Kingston.
Stuart Bak
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